20 janeiro 2011
Polícia é criminoso ou criminoso é Polícia?
23 dezembro 2010
S.L.

se fizer sucesso
humildade
se tb não fizer
humildade
se perder o rumo o prumo o norte
humildade
se achar qual seu quadrado
humildade
se perder seus fãs
humildade
se achar novos fãs
humildade
se a banda tocar bem
humildade
se tocar mal
humildade
se ninguém se entender
ou se todos se entendem
humildade
se ficar com raiva ou ficar feliz
humildade
se nada acontecer então tudo acontece
porque tudo é nada
e há resposta em tudo
no silêncio do nada
merece apoio irrestrito
só o fato de ter assumido
e encontrado um novo caminho
desconhecido porém honesto
consigo e com todos que nele navegam
talvez tropece, faz parte de pés cansados
erguer-se será aproximar-se de samadhi e de ti
respirar o suficiente
relaxar a mente
observar-se e ao redor
equilíbrio constante e seguir em frente
(maio 2010)
18 dezembro 2010
WIKILEAKS - O successo midiático que a POLÍTICA nunca teve
Sempre houve vazamento de dados confidenciais, mas nunca centralizados em um único canal. WikiLeaks conseguiu "Madonnizar, MichaelJacksonizar, Beatlizar" tudo que é vazamento. E por consequência obteve os louros necessários.

Solução? Lembram-se dos velhos "punks" londrinos que queriam derrubar o sistema e hoje viraram grife de moda chique na mesma Londres? O velho ditado: "se não pode contra o inimigo, junte-se a ele" vale também para WikiLeaks.
O que a política internacional tem? Um órgão de divulgação de escala mundial que potencializa qualquer notícia por eles apresentada. Então vamos manobrar as notícias! Diz o grande mago da diplomacia de alguma potência e chamam o Sr Assange para uma conversa a sós. Nada pessoal, dizem, mas da mesma forma que noticia barbaridades contra grandes potências, mude o foco, fale também disso e daquilo que aconteceu nos rincões da Ásia ou da África - ou da América Latina (tome aqui alguns dados a mais... mas não diga de onde obteve) e ajude-nos a ampliar o capitalismo neoliberal para todo o planeta e nós deixamos você, sua família e seus amigos em paz, sem temer por suas vidas. Eis que a pobre política, que ninguém aguentava mais escutar ler ou assistir, obtém agora, com exclusividade, um canal sensacional de sucesso garantido para divulgar aquilo que eles nunca conseguiram divulgar. E viva a WikiLeaks!!!
06 dezembro 2010
Qual a OPERADORA do celular?

Se vc, como eu, quer saber qual operadora do celular que vai ligar, acesse:
bit.ly/consultanro
Agora, atenção. Existe um sistema de consulta para um só número, mas tb tem a opção de consultar TODOS os seus telefones de uma só vez.
Para isso, primeiro vc precisa listar todos os telefones com ddd em uma lista texto puro.
Ex
1112345678
2198765432
onde os dois primeiros dígitos são o DDD da localidade.
Agora salve esse arquivo como texto em algum lugar que saiba onde está.
No site, clique em Consultar Histórico Recente
Agora clique em Escolher Arquivo e aponte para o arquivo que salvou
Preencha as letras de segurança e clique em Consultar
Baixe a página e veja o resultado na lista apresentada.
Muito bão, né não?
aproveite....
(serve também para números fixos: embratel, net, velox, telefonica etc)
Campanha contra o Game Over
28 novembro 2010
EUA - Post 8 [nota sinistra]

Num dos jornais mais lidos nos EUA, Washington Post, no dia 6 de outubro de 2009, na parte dedicada a notas de falecimento, encontrei o seguinte anúncio:
Thomas I may not have thought of you everyday for the past 10 years, but I did at least 6 times a week.
Tradução adaptada:
Thomas,
Posso não ter pensado em você
todos os dias nos últimos 10 anos,
mas eu o fiz pelo menos 6 vezes por semana.
Mais de um ano depois de retornar dos EUA, aproveito a lembrança dessa nota que encontrei em meio às minhas anotações para declamar a minha Nota de Falecimento:
Washington, DC
Posso não ter pensado em você
todos os dias nesse último ano,
mas eu o fiz pelo menos 6 vezes por semana (por bem ou por mal).
18 novembro 2010
FILME EM LiBras e outros Filmes
21 outubro 2010
MANIFESTO - DOCUMENTARIO SEM HORA
a mídia mediocrizou
a ideia perdeu assento
a técnica tática estética venceu
o software é santo
O EGO É DEUS
a vida é banal
a imagem - imagine -
a porca da imagem - pasmem -
a imagem está em todos lugares
a todo momento
dentro e fora de ti
louvada seja a IMAGEM!
geradora da luz, da vida
dos ceus e da terra
UNI-presente em multiversos
21/out/2010 16:16
20 setembro 2010
Papo do Seu Luar
está sendo encaixada
na vila das imagens e
será coberta de sujanças
após o final
[deve ser lido de forma bem rápida]
[aqui deve ser mentalizado um longo apito]
[agora fale qualquer coisa]
15 setembro 2010
Problemas Virtuais para Familias Reais
[clique no título deste post para mais informações -> a princípio, não será direcionado para um site erótico...]
13 setembro 2010
Estou feliz! Acho q isso já põe um sorriso em seu rosto
e este não é espelho.
é real.
eleição
ARGUMENTOS FALACIOSOS
Incansavelmente Paulo Nagai atendia doentes e pesquisava sobre radiatividade. Temendo os bombardeios, enviara as crianças para a casa da avó. Há muito não os via. Pensava que logo mais seria a hora do almoço. De repente, uma aeronave rasga o céu, todos se preparam para os costumeiros estrondos dos bombardeios mas ....
Fez-se escuro seguido de inusitado clarão. O relógio marcava 11 horas e dois minutos. Nem houve chance de refazer-se do susto de Hiroshima. A bomba atirada em Nagasaki foi ainda maior: plutônio 239. Em segundos tudo veio abaixo: 90% dos prédios destruídos. Em seguida uma estranha chuva negra.
Paulo Nagai permaneceu três dias socorrendo as vítimas no hospital semidestruído. Só no quarto dia conseguiu retornar a sua casa. Tudo havia sido incendiado. Abaixou-se e, num balde, recolheu os ossos que restaram da esposa. Dias depois, na casa da avó, sua filha perguntava sobre a demora da mãe em levar o pijama novo que lhe prometera. Nagai morreu de leucemia sem ver os filhos crescerem.
Argumentos falaciosos justificam as guerras e sua continuidade. O general MacArthur, comandante das tropas aliadas do Pacífico, durante a segunda guerra, afirmou em 1960: "Não havia nenhuma necessidade militar de empregar a bomba atômica em 1945". Por sua vez, afirmou Eisenhower a um jornalista: “os japoneses estavam prontos para render-se e não era necessário atacá-los com essa coisa horrível",. Foi um comportamento bárbaro próprio da Idade média, disse o almirante William D. Leahy.
Os Estados Unidos seguiram com suas “guerras justas”. Em 1964 Lindon Johnson declarou que os vietnamitas haviam atacado navios estadunidenses no golfo de Tonkin. Após a carnificina de que tivemos notícia, seu ministro da defesa, Robert McNamara declarou que não houve o ataque em Tonkin.
Não havia sentimentos humanitários em defesa do Kwait quando o exército estadunidense atacou o Iraque. Após o fim da guerra, o exército continuou, por uma década, bombardeando os civis com fósforo branco matando milhares e milhares de crianças. Bush, com baixos percentuais de aprovação, atacou o Iraque sob o argumento da existência de armas de destruição em massa que, sabemos, nunca existiram. Como na invasão do Vietnã, republicanos e democratas se uniram em torno da guerra: subiu a cotação do presidente belicoso. Deus colocou o petróleo em lugar errado: sob as areias do Afeganistão, do Iraque.
O combate ao narcotráfico da Colômbia é outro argumento falacioso. Assim como no Afeganistão, a produção de drogas aumentou desde o ataque e a ocupação pelo exército estadunidense.
Agora o ministro da guerra declarou que o exército estadunidense está pronto para invadir o Irã para impedir a produção de armas atômicas. Único país a detonar bombas nucleares sobre alvos civis (Hiroshima e Nagasaki), detentor de 513 gigantescas ogivas nucleares, os Estados Unidos não se esquecem que é no oriente médio que se escondem os maiores poços de petróleo e outras riquezas. Para tentar superar a crise que eles próprios produziram, precisam vender aos exércitos aliados o excesso de armas produzidas ao longo desse século. Se não podem instalar uma base militar em ponto estratégico como o Irã, a saída é atacá-lo e ocupá-lo.
Pedindo PAZ, a Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade percorreu o mundo, de São Paulo (8 de março) até Ouagandougou, capital de Burkina Fasso, na África (17 de outubro). Não há guerra justa. De
Iolanda Toshie Ide
08 agosto 2010
antes tarde do que nunca - exposição de minha mãe
estaremos lá por volta das 18h,
sejam todos(as) bemvindos(as).
abs
-- walter@wetabax.com.br
-- Walter Tabacniks Sao Paulo / BRASIL
-- 23°32'6.94"S 46°38'25.74"W
-- http://www.wetabax.com.br
01 agosto 2010
Uma noite em 67
Sempre achei que a gente quando jovem é revolucionário e depois dos 50 anos a gente volta a virar conservador e caretão. O Festival de 67 de certa forma é prova disso, mas apenas o festival e não o seu documentário. Ou eu continuo sendo revolucionário demais no alto dos meus 50 e tantos, ou definitivamente estou ficando demasiado crítico.
Pois prá mim, a estética desse filme está mais para documentar um encontro evangélico do que a importância que foi o festival. Como podem perguntar os participantes deste evento: Como vc vê hoje o Caetano de 67? Ou a única grande polêmica que conseguiram descobrir, foi a briga dos "com guitarra" contra os "sem guitarra". Nada mais? Víamos definitivamente os músicos extremamente seguros, apesar do Gil achar que estava em pânico. Vemos os músicos flexíves para superar quaisquer limites que pudessem lhes impor, e o documentário fica querendo ouvir se o músico hojeoainda lembra da letra da música ora cantada??? E o único grande desvio foi um "pânico" no Gil, e alguns "gorós" do Chico??? Tá bom, devo propor ao invés de criticar? Proponho: queria ver uma mesa redonda com TODOS os participantes juntos fazendo reflexões sobre o próprio comportamento e dos outros, depois de terem ouvido os comentários individuais atuais. Queria ouvir perguntas sobre a sobriedade dos participantes durante o festival, o que rolava nos bastidores, como era a vida público/privada dos participantes, como era o antes/durante/depois do festival.
Enfim, filminho prá lá de careta, quadradão, praticamente inexistente. O que transparece mesmo foi o festival. Logo, não vi documentário nenhum. Vi um arquivo histórico. Nada mais.






