16 julho 2012
24 março 2012
Não só de Michel Teló vive a música no Brasil
Bom concerto.
06 março 2012
ECAD - como eu esperei por isso...
Ecad é condenado a ressarcir noiva por cobrança em casamento
Entidade tem 15 dias para recorrer da sentença, que pode abrir precedentes para eventos semelhantesLívia Brandão
RIO - Depois de quase dez anos de uma união que gerou três filhos, a advogada Kadja Brandão Vieira e o ex-oficial da Marinha Renato José da Cunha Faria decidiram enfim celebrar o casamento. Para sediar a festa, marcada para o dia 27 de novembro de 2010, escolheram as instalações da Ilha Fiscal. Ao assinar o contrato de locação, a noiva foi informada de que deveria pagar uma taxa referente aos direitos autorais das músicas que viriam a ser trilha sonora do enlace. Além do vestido, bufê e todas as altas despesas geradas por uma festa deste porte, Kadja e o marido desembolsaram mais R$ 1.875, destinados ao ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, o Ecad. Passadas as comemorações, os dois decidiram entrar com um processo contra a cobrança do Ecad e, nesta terça-feira, segundo nota publicada na coluna de Ancelmo Gois, o juiz Paulo Roberto Jangutta, do 7º Juizado Especial Cível do Rio, condenou o Ecad a indenizar Kadja e Renato em R$ 5 mil, além de devolver a quantia paga pelo casal.
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Para o magistrado, o casamento é, por definição, "uma festa íntima, na qual inexiste intenção lucrativa, seja de forma direta ou indireta. Festas de casamento podem ser realizadas com fim religioso, como celebração de um ritual civil ou como mera comemoração de uma realização pessoal, porém, não lhes é inerente qualquer aspecto empresarial, ainda que se trate de um evento de alta produção", escreveu Jangutta em sua sentença, abrindo precedentes para que outros cônjuges também questionem o pagamento judicialmente. A partir de agora, o Ecad tem dez dias para pagar o valor devido ou mesmo recorrer da sentença. Especialista em Direito marítimo, Kadja conta que em nenhum momento durante os preparativos para o casamento concordou com a cobrança.
- Quando soube da existência desta taxa, me senti lesada. Até pela forma como a cobrança é feita: me enviaram um formulário por e-mail, preenchi, mandei de volta para o Ecad com uma cópia do contrato do aluguel do espaço e recebi um boleto de pagamento. Não tive a oportunidade de negociar e nem mesmo de entender a que aqueles R$ 1.875 se referiam. - contou a advogada ao GLOBO, por telefone.
Relatos de festas que teriam sido interrompidas por decisão do Ecad intimidaram os noivos, que decidiram acatar a decisão.
- Quando você organiza uma festa de casamento, você tem mil coisas para decidir e resolver, brigar na Justiça não é uma opção. Só recebi o boleto de pagamento numa sexta-feira à noite, na vespéra do casamento e me desesperei, porque já não tinha como pagar àquela hora. Fiz minha mãe subir ao altar com um o talão de cheques na bolsa, estava tudo pronto para o caso de os fiscais do Ecad aparecerem. Felizmente isso não aconteceu, mas na volta da lua de mel precisei entrar em contato com eles novamente para pedir uma segunda via do boleto e então efetuar o pagamento. Se eu não pagasse, havia o risco de eles cobrarem da Marinha, responsável pela Ilha Fiscal.
Resolvida a questão, Kadja enfim decidiu entrar com um processo para reaver o dinheiro junto ao Ecad. Segundo a advogada, que representou a si mesma no processo, o valor cobrado foi calculado não com base nas horas ou na quantidade de músicas tocadas, mas em cima de uma porcentagem do valor pago pelo aluguel do salão.
- Se eu fizesse minha festa no playground do meu prédio ninguém iria me importunar, pois a lei discrimina que festas realizadas em domicílio ou mesmo em igrejas são familiares, mas o Ecad encontrou uma brecha para cobrar a taxa de casamentos realizados em outros locais. Ou seja, porque juntei dinheiro a vida toda para fazer a festa dos meus sonhos, eu teria que pagar um valor extorsivo e sem fundamento. Nem o DJ da festa recebeu cachê, foi um amigo que nos fez a trilha como um presente, os impostos acabaram saindo ainda mais caros.
Com a contestação da cobrança, os noivos esperam servir de exemplo para mais casais ou mesmo realizadores de eventos sem fins lucrativos e que, portanto, não estão ganhando com a execução de músicas durante o evento.
- Estou disposta a orientar quem precisar, minhas amigas que estão de casamento marcado já me procuraram pedindo ajuda. Faço questão de comprar essa briga porque não acho justo - completou a advogada, que esperou por três meses até a divulgação da sentença. Procurado pela reportagem de O GLOBO, o Ecad ainda não se pronunciou.
* Colaborou Eduardo Almeida
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/ecad-condenado-ressarcir-noiva-por-cobranca-em-casamento-4103620#ixzz1oFoTlbWO
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27 dezembro 2011
Ein Schlag in den Magen
Hartes Stoff. Hat mich echt zusammengepackt. Ab und zu, kommen so Lieder die uns Gänsehaut schaffen. Dank MS54 wo ein Podcast dieses Lied mitsamplierte.
Ich hoff' mein Leben muss da nicht durch.
14 abril 2011
Dear Prudence nas Aguas de Março
ouvindo lá minhas canções só agora percebi como são semelhantes as canções de Dear Prudence dos Beatles e Águas de Março de Tom Jobim. Devia-se misturar essas duas obras primas, e as letras tb combinam...
23 dezembro 2010
S.L.

se fizer sucesso
humildade
se tb não fizer
humildade
se perder o rumo o prumo o norte
humildade
se achar qual seu quadrado
humildade
se perder seus fãs
humildade
se achar novos fãs
humildade
se a banda tocar bem
humildade
se tocar mal
humildade
se ninguém se entender
ou se todos se entendem
humildade
se ficar com raiva ou ficar feliz
humildade
se nada acontecer então tudo acontece
porque tudo é nada
e há resposta em tudo
no silêncio do nada
merece apoio irrestrito
só o fato de ter assumido
e encontrado um novo caminho
desconhecido porém honesto
consigo e com todos que nele navegam
talvez tropece, faz parte de pés cansados
erguer-se será aproximar-se de samadhi e de ti
respirar o suficiente
relaxar a mente
observar-se e ao redor
equilíbrio constante e seguir em frente
(maio 2010)
01 agosto 2010
Uma noite em 67
Sempre achei que a gente quando jovem é revolucionário e depois dos 50 anos a gente volta a virar conservador e caretão. O Festival de 67 de certa forma é prova disso, mas apenas o festival e não o seu documentário. Ou eu continuo sendo revolucionário demais no alto dos meus 50 e tantos, ou definitivamente estou ficando demasiado crítico.
Pois prá mim, a estética desse filme está mais para documentar um encontro evangélico do que a importância que foi o festival. Como podem perguntar os participantes deste evento: Como vc vê hoje o Caetano de 67? Ou a única grande polêmica que conseguiram descobrir, foi a briga dos "com guitarra" contra os "sem guitarra". Nada mais? Víamos definitivamente os músicos extremamente seguros, apesar do Gil achar que estava em pânico. Vemos os músicos flexíves para superar quaisquer limites que pudessem lhes impor, e o documentário fica querendo ouvir se o músico hojeoainda lembra da letra da música ora cantada??? E o único grande desvio foi um "pânico" no Gil, e alguns "gorós" do Chico??? Tá bom, devo propor ao invés de criticar? Proponho: queria ver uma mesa redonda com TODOS os participantes juntos fazendo reflexões sobre o próprio comportamento e dos outros, depois de terem ouvido os comentários individuais atuais. Queria ouvir perguntas sobre a sobriedade dos participantes durante o festival, o que rolava nos bastidores, como era a vida público/privada dos participantes, como era o antes/durante/depois do festival.
Enfim, filminho prá lá de careta, quadradão, praticamente inexistente. O que transparece mesmo foi o festival. Logo, não vi documentário nenhum. Vi um arquivo histórico. Nada mais.
15 julho 2010
04 julho 2010
As novas(*) cantoras da Matta, Cañas, CéU, Porto e Abreu
Vanessa, Ana, Fernandas e como se chamará CéU?
vocês cantam divinamente, adoro ouvir
A música tão rica vocal e liricamente, tem letras despretenciosas, ingênuas e atemporais.
Pena, ou talvez devo dizer ainda bem?
Ou será que não ouvi direito?
18 junho 2010
Deolinda - Movimento Perpétuo Associativo
Pra não dizer que não falei de flores parte IV - A solução final...
...se houvesse dialética na canção de Vandré, este seria o resultado.
grupo português que reinventa o FADO, chuta o pau da barraca e escancara nossa motivação "roxa".
Agora sim, damos a volta a isto!
Agora sim, há pernas para andar!
Agora sim, eu sinto o optimismo!
Vamos em frente, ninguém nos vai parar!
-Agora não, que é hora do almoço...
-Agora não, que é hora do jantar...
-Agora não, que eu acho que não posso...
-Amanhã vou trabalhar...
Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos de vencer!
-Agora não, que me dói a barriga...
-Agora não, dizem que vai chover...
-Agora não, que joga o Benfica...
e eu tenho mais que fazer...
Agora sim, cantamos com vontade!
Agora sim, eu sinto a união!
Agora sim, já ouço a liberdade!
Vamos em frente, e é esta a direcção!
-Agora não, que o meu pai não quer...
-Agora não, que há engarrafamentos...
-Vão sem mim, que eu vou lá ter...
31 maio 2010
17 agosto 2009
IBGE - 200 milhões de habitantes em 2014
Excelente notícia, pois poderão reabilitar aquela musiquinha hiper-brega e reacionária porém oportuna, sem mudar muito a letra (e sem ter que pagar novos compositores!), embalando a Copa de 2014: [Sai a palavra noventa e entra duzentos - olha como fica bão!]
"Duzentos milhões em ação,
Pra frente Brasil
Salve a Seleção!"
Anauê!
19 novembro 2008
Gosto musical não se discute
iTunes e iPod. Repare nas músicas existentes na lista do iTunes. Seria
esta a seleção predileta para viajar do Steve Jobs? Duvido...
11 outubro 2008
Você é de São Paulo? 5a feira, dia 23, estará à toa? Leia abaixo:
Rua Bela Cintra, 539 - preço único R$ 15,00.
(Editado 27/10/08) Bem, foi um show e tanto. Carneiro se apresentou com uma banda de 3 metais, baixo, bateria, cozinha e violão. 3 horas de show com muito maracatu, samba de raiz, jazzy samba e muita criatividade. Muita gente famosa foi ver mas não vou imitar colunista de revista Caras dizendo nome de arroz de festa só pra prestigiar os não tão famosos. Se famosos foram, devem ter gostado. Ponto. Eu, mais famoso que todos prá mim mesmo (sei tudo da minha vida), achei um pusta show bom pra carneiro.
29 outubro 2007
Yusa, ninguém segura
Sábado, dia 27 de outubro de 2007. Centro Cultural São Paulo, meia noite. Entra uma menina com cara de nada mais que menina. Apenas um saião marrom e uma camiseta amarela. De penduricalho, um artesanato de cobre no pescoço. Cabelo como é, mãos como são, um sapatenis nos pés inquietos. Acompanha Simone Soul. De início Yusa vai se desculpando que faz tempo que não pega no violão nem no baixo. E a partir deste momento começa um show espetacular que vai até as duas da manhã. Inacreditável o que ela faz. A batida de violão com mão direita criativa no estilo Lenine, a voz que vai pra todos os cantos, o balanço e a emoção. Olha para todos os lados da platéia, como se procurasse alguém. A platéia vidrada apenas em Yusa. E este é apenas o começo dessa "adolescente" do mundo musical. Graças a todos os orishás, ela ainda tem muita estrada e nós estaremos em volta, assistindo e acompanhando. Chega de rasgação. Vai procurar um CD dela ou um show; música jazzi cubana, do mais alto padrão.
27 outubro 2007
08 maio 2007
O LADO PODRE DA VIRADA CULTURAL
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07 maio 2007
SKOL BEATS, VIRADA CULTURAL & MATRIX

O Futuro é agora! 2,22 Km separam o Anhembi, local onde aconteceu o Skol Beats deste ano, da minha cozinha, e mesmo assim não só os raios laiser verdes estouravam na minha mesa enquanto jantava, como também o surdo da batida beat parecia tocar debaixo dos meus pés. Nada contra. Gosto de psycho, trance e techno. Mas se eu ouvia dessa forma, o que dizer dos que moram a 500 metros do local...6a feira das 18h até sábado às 10 da manhã. Reinicou no sábado às 18h e foi até domingo às 10h. Olhava pra lá e via cenas do Blade Runner. Coisa de outro mundo. Imaginar sei lá quantas mil pessoas caminhando de uma ponta do Anhembi a outra, alucinados com o pulmão dividindo com o coração quem bate mais forte. E aí os passeios na Virada Cultural, em todos cantos da cidade. Não fui no SB, mas acho que a VC roubou a cena. Lá também tinha laser, techno, psycho, trance, mas tinha muito mais! Tinha balé, teatro adulto e infantil, mambo, rock'n roll, bolero, rap, palcos muito bem decoradas, pista de dança pra pé de valsa nenhum botar defeito, piano de cauda e claro - não poderia deixar de acontecer - uma pancadaria da boa, (que a prefeitura chama de "fato isolado") prá mostrar que aqui não é França, mas gostamos de bater e apanhar. Viva a porrada! Sentir dor é bom porque assim sabemos que não estamos dentro de um jogo no Second Life. Às vezes tenho minhas dúvidas.
05 agosto 2006
Triumpho Musical - o (*) mais abaixo
Todo sábado com uma programação diferente:
1. sábado - rock
2. sábado - chorinho
3. sábado - afro reggae e outros sons afro-brasileiros
4. sábado - o já tradicional Samba de Mesa
- vou subir umas fotos que fiz desta primeira edição - mas agora to com preguiça...
