FOI ENGANO
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He can be really funny
He can still be a clown
But if you think
suddenly
he is your clown
You are
absolutelly wrong
07 janeiro 2008
02 janeiro 2008
arembepe, salvador e coincidencias incriveis - PARTE UM

Esta vai ser uma série de histórias com esse título. Vou começar por Salvador. Depois os textos serão embelezados com fotos de referencia.
Mas serei breve, vamos às linhas de titulo do que vou tratar:
- MERCADO INFORMAL É O QUE MAIS PROSPERA EM SALVADOR
- BAIANAS SÃO AS MAIORES PROXENETAS DO PELOURINHO, ALÉM DE LINGUARUDAS
- A POLICIA DE SALVADOR É QUASE TODA CORRUPTA
- POLICIAL SOTEROPOLITANO FAZ BICO COM SERVIÇO DE CAFETÃO
- VENDEDOR DE ARTESANATO EM SALVADOR TAMBÉM É O MAIS FAMOSO VENDEDOR DE FARINHA NO PELOURINHO COM COBERTURA DA SENHORA POLÍCIA
- O LIXO EM SALVADOR É CONSTRANGEDOR
- TURISTA NÃO TEM SOSSEGO EM SALVADOR: PELOURINHO VIROU ÁREA DE MENDICÂNCIA
- ONDE FICOU O ORGULHO DE SER BAIANO? PELO MENOS EM SALVADOR ELE DESAPARECEU.
- PROSTITUIÇÃO INFANTIL REALMENTE É O GANHA-PÃO DE HOTELEIROS, PAIS, PARENTES, CRIANÇAS E OUTROS SOTEROPOLITANOS. COM DENUNCIA, SEM DENUNCIA, COM POLÍCIA OU SEM POLÍCIA, TEM CRIANÇA PROSTITUTA EM TUDO QUE É LUGAR.
- SÓ CEGO NÃO ENXERGA OS PROBLEMAS EVIDENTES DA CIDADE.
- GOVERNO ESTÁ ABSOLUTAMENTE AUSENTE NO PELOURINHO, ONDE QUALQUER UM FAZ O QUE QUER, PRA NÃO DIZER NA CIDADE TODA DE SALVADOR.
- LIMPEZA E ASSEIO NA COMIDA SOTEROPOLITANA É PIADA.e por aí vai...
mais tarde, mais detalhes.
alguns dos temas podem acabar mudando devido a possiveis pressões dos atingidos, e também porque prezo minha vida.
abraços
Ou seja:
cidade,
comportamento
10 dezembro 2007
AVIRA é o antivirus da vez
Você, usuário do avast ou do AVG que já não usa mais windows 98, recomendo seriamente em desinstalar seu antivirus gratuito e testar o AVIRA. Em qualquer teste de novos virus esse impressionante software cata tudo. Além de - infelizmente - a qualidade tanto do avast! quanto do AVG deixou muito a desejar.
Ou seja:
informática,
software,
virus
03 dezembro 2007
sobre o Rio, primeiras impressões
Eu estava trocando email com a Bete, amiga minha, e ela me perguntou sobre o ritmo do carioca, se era o mesmo do paulistano. Daí eu fiz umas observações sobre o Rio que gostaria de dividir com vcs...
Eu respondi assim:
O ritmo carioca? Não, é bem diferente. As pessoas andam mais devagar na rua...o ritmo é outro. Não digo que sejam menos produtivos, mas tudo é bem diferente e dá um ensaio de sociologia - estou me valendo das minhas qualidades de socióloga mesmo. Aqui vc percebe que o Brasil foi colônia, o Rio ainda tem marcas da era imperial. Quando vc está em SP, vc não vê isso não, não sente isso no dia a dia, na rua, na arquitetura, nos espaços públicos. O André Urani (famoso pesquisador do IETS - carioca da gema) dizia que o Rio está de costas para a modernidade, que o Rio não é um lugar para o empreendedorismo. Palavras dele - literalmente.
Eu, por meu lado, tenho gostado muito do jeitão do carioca. Não estou em contradição com o que digo acima. Mas acho que o Rio tem boas qualidades se vc está apto a ver as coisas de um jeito diferente. Dizem que os serviços aqui são ruins. Eu não tenho achado não. Mas o segredo está no fato de que o carioca é personalista (refiro-me a Sergio Buarque de Holanda: Raízes do Brasil). Nunca espere de um serviço a relação cliente- fornecedor. Nunca espere uma "presteza imediata" no atendimento. É preciso um pouco de paciência para que o dono da banca venha te atender, mesmo que ele esteja desocupado, por exemplo, é preciso chamá-lo. Mas, depois de uma pitada de prosa, o entrosamento é fácil e a pessoa se dispõe a te atender, mais do que o serviço, parece que se interessa pelo que vc tem a dizer, por trocar, por ouvir e falar.
A "pegada" da relação é o pessoal, o papo, o carioca está sempre disponível para uma conversa. Isso me agrada muito. Aliás, só o paulistano (no Brasil) é contratualista, racional e legal (e olha que nem tanto assim).
Tem muito carioca mal educado, folgado. Mas de maneira geral, tenho sentido o carioca bem mais gentil que o paulistano. E são muito divertidos também! Senso de humor não falta por aqui!
Ah sim, andar de ônibus é uma aventura...correm bem mais que SP!!!
Bom, agora é só isso, mais tarde tem mais.
Ai, que preguiça..............
Eu respondi assim:
O ritmo carioca? Não, é bem diferente. As pessoas andam mais devagar na rua...o ritmo é outro. Não digo que sejam menos produtivos, mas tudo é bem diferente e dá um ensaio de sociologia - estou me valendo das minhas qualidades de socióloga mesmo. Aqui vc percebe que o Brasil foi colônia, o Rio ainda tem marcas da era imperial. Quando vc está em SP, vc não vê isso não, não sente isso no dia a dia, na rua, na arquitetura, nos espaços públicos. O André Urani (famoso pesquisador do IETS - carioca da gema) dizia que o Rio está de costas para a modernidade, que o Rio não é um lugar para o empreendedorismo. Palavras dele - literalmente.
Eu, por meu lado, tenho gostado muito do jeitão do carioca. Não estou em contradição com o que digo acima. Mas acho que o Rio tem boas qualidades se vc está apto a ver as coisas de um jeito diferente. Dizem que os serviços aqui são ruins. Eu não tenho achado não. Mas o segredo está no fato de que o carioca é personalista (refiro-me a Sergio Buarque de Holanda: Raízes do Brasil). Nunca espere de um serviço a relação cliente- fornecedor. Nunca espere uma "presteza imediata" no atendimento. É preciso um pouco de paciência para que o dono da banca venha te atender, mesmo que ele esteja desocupado, por exemplo, é preciso chamá-lo. Mas, depois de uma pitada de prosa, o entrosamento é fácil e a pessoa se dispõe a te atender, mais do que o serviço, parece que se interessa pelo que vc tem a dizer, por trocar, por ouvir e falar.
A "pegada" da relação é o pessoal, o papo, o carioca está sempre disponível para uma conversa. Isso me agrada muito. Aliás, só o paulistano (no Brasil) é contratualista, racional e legal (e olha que nem tanto assim).
Tem muito carioca mal educado, folgado. Mas de maneira geral, tenho sentido o carioca bem mais gentil que o paulistano. E são muito divertidos também! Senso de humor não falta por aqui!
Ah sim, andar de ônibus é uma aventura...correm bem mais que SP!!!
Bom, agora é só isso, mais tarde tem mais.
Ai, que preguiça..............
Ou seja:
cidade,
comportamento,
cultura,
opinião,
transporte coletivo
27 novembro 2007
Critica de cinema - CASA DE ALICE
[polemizando]
Afinal, se não há polêmica, há apenas "baba-ovo". Então, seguindo a ordem hipócrita das coisas, primeiro do que gostei: interpretações de mãe e filhos e a ex-mulher do Nildo espetaculares. Os 3 meninos estão muito bem.
A cena do "desculpa qq coisa" do pai da amante do marido tb é muito boa dramaturgicamente, pena q perdida num contexto de nada antes nada depois.
O roteiro é muito bom, bem costurado, tem situações e metáforas fortes.
Agora não gostei:
- pretensão de criar o clima de tempo de cinema europeu (cheio de buracos, de tempos mortos, como aquela cena de mãos no ônibus q se repetem ad nauseum)
- aquela pretendente a atriz que fez a amante do marido, não tinha nada melhor?
- a primeira cena denota uma direção de arte pra lá de tosca, q não se modifica durante praticamente todo o filme.
- Direção de ator, boa, mas podia ser bem melhor em alguns momentos (ligar o abajur da avó numa tomada q não existe, o acordar de Alice, entre outros momentos).
- DECUPAGEM!!!! socorro.
- Por fim - montagem - claro que vão dizer que é de propósito, mas não tem um ponto de conexão entre cenas, não há cola, não há aprofundamento dramatúrgico. Portanto, o filme acaba envolvendo e resfriando, envolvendo e aliviando, é um estica - empurra constante, primeira e ponto morto. Não anda.
como sempre, muitos filmes nacionais atuais (exceto Tropa de Elite q não tem um escorregão) vai no "vai que dá" e bota no ar. Claro q dá, mas não é redondo. Tem sempre um pouco de sujeira. Se fosse diretor de um filme com alguma sujeira, eu limparia antes de botar em cartaz. Razões há para não se perder tempo com isso.
Afinal, se não há polêmica, há apenas "baba-ovo". Então, seguindo a ordem hipócrita das coisas, primeiro do que gostei: interpretações de mãe e filhos e a ex-mulher do Nildo espetaculares. Os 3 meninos estão muito bem.
A cena do "desculpa qq coisa" do pai da amante do marido tb é muito boa dramaturgicamente, pena q perdida num contexto de nada antes nada depois.
O roteiro é muito bom, bem costurado, tem situações e metáforas fortes.
Agora não gostei:
- pretensão de criar o clima de tempo de cinema europeu (cheio de buracos, de tempos mortos, como aquela cena de mãos no ônibus q se repetem ad nauseum)
- aquela pretendente a atriz que fez a amante do marido, não tinha nada melhor?
- a primeira cena denota uma direção de arte pra lá de tosca, q não se modifica durante praticamente todo o filme.
- Direção de ator, boa, mas podia ser bem melhor em alguns momentos (ligar o abajur da avó numa tomada q não existe, o acordar de Alice, entre outros momentos).
- DECUPAGEM!!!! socorro.
- Por fim - montagem - claro que vão dizer que é de propósito, mas não tem um ponto de conexão entre cenas, não há cola, não há aprofundamento dramatúrgico. Portanto, o filme acaba envolvendo e resfriando, envolvendo e aliviando, é um estica - empurra constante, primeira e ponto morto. Não anda.
como sempre, muitos filmes nacionais atuais (exceto Tropa de Elite q não tem um escorregão) vai no "vai que dá" e bota no ar. Claro q dá, mas não é redondo. Tem sempre um pouco de sujeira. Se fosse diretor de um filme com alguma sujeira, eu limparia antes de botar em cartaz. Razões há para não se perder tempo com isso.
25 novembro 2007
Nem mesmo um minuto...
19 novembro 2007
17 novembro 2007
Sucesso!!! O novo ringtone para Celulares
Ouça:
[interpretado pelo Rei da Espanha, destinado ao Sr. Presidente Chávez, da Venezuela]
[interpretado pelo Rei da Espanha, destinado ao Sr. Presidente Chávez, da Venezuela]
Ou seja:
audio,
política internacional
15 novembro 2007
quem me explica as TRIBOS?
A Tribo existe mais para conviver com os iguais ou para distanciar-se das diferenças?
12 novembro 2007
As putas de hoje não são como antigamente
Rua tranqüila de um bairro residencial, ao lado de um tradicional parque paulistano. Na rua, duas casas de prostituição. O bairro: Água Branca. As casas não têm nada que chama atenção, exceto os seguranças fardados em frente ao puteiro mais chique e uns seguranças à vontade sentados no sofá da casa que é o puteiro mais pobrinho. Preço do pobre porque não sou rico: R$ 20,00 por meia hora sem direito a extravagâncias, ou seja programa padrão (vaginal, oral com camisinha e mais alguma coisa que não lembro mais), o resto é por fora. Que resto, pergunto? "anal, ativo, beijo na boca etc". Ahhh.
A moça que me atende já trabalhou em diversas ilhas na Espanha, em casas chiques de massagem paulista. Enfim, tem "pedigree". 5 anos na vida. Assume sua profissão com a mesma convicção que minha gerente de banco diz que está há 5 anos na agência. Ambas são casadas, com a diferença da profissão do marido, claro. No caso da gerente de banco, o marido é administrador. O marido da puta é cobrador. Mas é tudo jogo aberto. Ambos saem para trabalhar, cada um ganha seu salário suado e volta pra casa. Enfim, apenas um grupo ainda acha que nada mudou na sociedade brasileira: nossos políticos, que rejeitaram a proposta de legalizar a prostituição no país. Eles ainda acham que a mulher deles é santa e que puta é o resto, que dar direito a elas acaba com o maior prazer que eles têm, lembrando o falecido Maçaranduba "Quero é dar porrada!"
[foto: http://earthlingsoft.net/ssp/blog/2005/05/red_light]
A moça que me atende já trabalhou em diversas ilhas na Espanha, em casas chiques de massagem paulista. Enfim, tem "pedigree". 5 anos na vida. Assume sua profissão com a mesma convicção que minha gerente de banco diz que está há 5 anos na agência. Ambas são casadas, com a diferença da profissão do marido, claro. No caso da gerente de banco, o marido é administrador. O marido da puta é cobrador. Mas é tudo jogo aberto. Ambos saem para trabalhar, cada um ganha seu salário suado e volta pra casa. Enfim, apenas um grupo ainda acha que nada mudou na sociedade brasileira: nossos políticos, que rejeitaram a proposta de legalizar a prostituição no país. Eles ainda acham que a mulher deles é santa e que puta é o resto, que dar direito a elas acaba com o maior prazer que eles têm, lembrando o falecido Maçaranduba "Quero é dar porrada!"[foto: http://earthlingsoft.net/ssp/blog/2005/05/red_light]
Ou seja:
comportamento,
política social,
sexualidade
06 novembro 2007
Braile sem Fio na Pinacoteca da Luz


só mesmo na Pinacoteca da Luz que existe o mais moderno sistema de leitura de texto em Braile à distância. Conseguiram colocar o texto em braile DENTRO do protetor de acrílico que cobre toda a maquete. O deficiente visual deve utilizar-se da mais nova tecnologia de leitura braile à distância através de ondas eletrobsúrdicas. Só mesmo a Pinacoteca para explicar.
Ou seja:
cidade,
opinião,
política social
04 novembro 2007
O tão inteligente ser-humano

A partir desse pequeno feed-back, qual dos dois profissionais vc chamaria?
Agora ao detalhe final: Tanto profissional A como B estavam escovando os dentes. A diferença é que o primeiro mandou dizer que estava em reunião.
E bem possivelmente seria o profissional A que seria escolhido. Teoria: gostamos mais de nos relacionar com pessoas que dissimulam do que com as pessoas que são espontâneas.
[copyrights "Garfield" @ http://www.boyertown.net/drbobdds/color.htm]
Ou seja:
comportamento,
opinião
29 outubro 2007
Yusa, ninguém segura
Sábado, dia 27 de outubro de 2007. Centro Cultural São Paulo, meia noite. Entra uma menina com cara de nada mais que menina. Apenas um saião marrom e uma camiseta amarela. De penduricalho, um artesanato de cobre no pescoço. Cabelo como é, mãos como são, um sapatenis nos pés inquietos. Acompanha Simone Soul. De início Yusa vai se desculpando que faz tempo que não pega no violão nem no baixo. E a partir deste momento começa um show espetacular que vai até as duas da manhã. Inacreditável o que ela faz. A batida de violão com mão direita criativa no estilo Lenine, a voz que vai pra todos os cantos, o balanço e a emoção. Olha para todos os lados da platéia, como se procurasse alguém. A platéia vidrada apenas em Yusa. E este é apenas o começo dessa "adolescente" do mundo musical. Graças a todos os orishás, ela ainda tem muita estrada e nós estaremos em volta, assistindo e acompanhando. Chega de rasgação. Vai procurar um CD dela ou um show; música jazzi cubana, do mais alto padrão.
27 outubro 2007
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